|
blog
archives
favorite
blogs
BanasQualidade
FDG
UBQ
Oleo de Peroba
contact me...
 Tell me
how much you like my blog. Hah!

|
Comments:
Sexta-feira, Novembro 24, 2006
Galera,
terá um evento mto interessante promovido pela RM sistemas.
Os temas globais são: Produção e RH.
Local: PUC Betim
Data: 29/11/2006
O evento possui entrada franca porem tem q confirmar presença pelo site.
Bom evento a todos q forem, eu vou...

posted by Mamãe 7:59 AM
Comments:
Quarta-feira, Novembro 22, 2006
Dedicação é a capacidade de se entregar à realização de um objetivo"
Não conheço ninguém que tenha progredido na carreira sem trabalhar pelo
menos doze horas por dia nos primeiros anos.
Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho sem sacrificar
sábados e domingos pelo menos uma centena de vezes.
Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus
filhos, terá de se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para
ficar com eles, deixar de lado o orgulho e comodismo.
Se quiser um casamento gratificante, terá de investir tempo, energia e
sentimentos nesse objetivo.
O sucesso é construído à noite!
Durante o dia você faz o que todos fazem.
Mas, para conseguir um resultado diferente da maioria, você tem de ser
especial.
Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados.
Não se compare à maioria, pois, infelizmente, ela não é modelo de sucesso.
Se você quiser atingir uma meta especial, terá de estudar no horário em
queos outros estão, tomando chope com batatas fritas. Terá de planejar,
enquanto os outros permanecem à frente da televisão. Terá de trabalhar,
enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.
A realização de um sonho depende da dedicação.
Há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica. Mas toda
mágica é ilusão. E ilusão não tira ninguém do lugar onde está. Ilusão é
combustível de perdedores.
(Roberto Shinyashiki)
posted by Mamãe 11:57 AM
Comments:
Terça-feira, Novembro 21, 2006
--------------------------------------------------------------------------------
Revogado o Art. 16, pela Resolução 473, de 26 de NOV 2002
--------------------------------------------------------------------------------
RESOLUÇÃO Nº 313, DE 26 SET 1986.
Dispõe sobre o exercício profissional dos Tecnólogos das áreas submetidas à regulamentação e fiscalização instituídas pela Lei nº 5.194, de 24 DEZ 1966, e dá outras providências.
O Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, no uso da atribuição que lhe confere a letra "f" do Art. 27 da Lei nº 5.194, de 24 DEZ 1966,
CONSIDERANDO que, pelo Art. 23 da Lei nº 5.540/68, permitiu-se a criação de cursos superiores de curta duração visando ao exercício de atividades em áreas regulamentadas e fiscalizadas pelos Conselhos de Engenharia, Arquitetura e Agronomia;
CONSIDERANDO a necessidade de regulamentar o exercício profissional dos Tecnólogos dessas áreas, sem o que a eles ficaria vedado o desempenho profissional,
RESOLVE:
Art. 1º - Os Tecnólogos, egressos de cursos de 3º Grau cujos currículos fixados pelo Conselho Federal de Educação forem dirigidos ao exercício de atividades nas áreas abrangidas pela Lei nº 5.194, de 24 DEZ 1966, terão os seus registros e atribuições regulados por esta Resolução.
Art. 2º - É assegurado o exercício da profissão de Tecnólogo a que se refere o Art. 1º:
a) aos que possuam, devidamente registrado, diploma de nível superior expedido pela conclusão de curso reconhecido pelo Conselho Federal de Educação;
b) aos que possuam, devidamente revalidado e registrado no País, diploma de instituição estrangeira de ensino técnico superior, bem como aos que tenham exercício profissional, no País, amparado por convênios internacionais.
Art. 3º - As atribuições dos Tecnólogos, em suas diversas modalidades, para efeito do exercício profissional, e da sua fiscalização, respeitados os limites de sua formação, consistem em:
1) elaboração de orçamento;
2) padronização, mensuração e controle de qualidade;
3) condução de trabalho técnico;
4) condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção;
5) execução de instalação, montagem e reparo;
6) operação e manutenção de equipamento e instalação;
7) execução de desenho técnico.
Parágrafo único - Compete, ainda, aos Tecnólogos em suas diversas modalidades, sob a supervisão e direção de Engenheiros, Arquitetos ou Engenheiros Agrônomos:
1) execução de obra e serviço técnico;
2) fiscalização de obra e serviço técnico;
3) produção técnica especializada.
Art. 4º - Quando enquadradas, exclusivamente, no desempenho das atividades referidas no Art. 3º e seu parágrafo único, poderão os Tecnólogos exercer as seguintes atividades:
1) vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico;
2) desempenho de cargo e função técnica;
3) ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica, extensão.
Parágrafo único - O Tecnólogo poderá responsabilizar-se, tecnicamente, por pessoa jurídica, desde que o objetivo social desta seja compatível com suas atribuições.
Art. 5º - Nenhum profissional poderá desempenhar atividades além daquelas que lhe competem, pelas características do seu currículo escolar, consideradas em cada caso apenas as disciplinas que contribuem para a graduação profissional, salvo outras que lhe sejam acrescidas em curso de pós-graduação, na mesma modalidade.
Parágrafo único - Serão discriminadas no registro profissional as atividades constantes desta Resolução.
Art. 6º - A denominação de Tecnólogo é reservada aos profissionais legalmente habilitados e registrados na forma da legislação vigente.
Art. 7º - Os cargos, funções e empregos, cujo desempenho é permitido aos Tecnólogos no serviço público federal, estadual e municipal, em órgãos da administração indireta ou em entidades privadas, somente poderão ser exercidos por profissionais legalmente habilitados e registrados nos Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia.
Parágrafo único - Será obrigatório o uso da denominação "TECNÓLOGO", acrescida da respectiva modalidade, na caracterização dos cargos, funções e empregos a que se refere este artigo.
Art. 8º - Nos trabalhos executados por Tecnólogos, de que trata esta Resolução, são obrigatórios, além da assinatura, a menção explícita do título profissional e do número da carteira referida no Art. 11 da presente Resolução e do Conselho Regional que a expediu.
Parágrafo único - Em se tratando de obras ou serviços executados de forma independente, é obrigatória a manutenção de placa visível ao público, escrita em letras de forma, com nome, título, número da carteira e do CREA que a expediu, do TECNÓLOGO responsável pelas mesmas, bem como do profissional supervisor.
Art. 9º - O exercício de atividade definida nesta Resolução por pessoa física não legalmente registrada não produzirá qualquer efeito jurídico e será punido na forma da legislação de fiscalização da Engenharia, Arquitetura e Agronomia.
Art. 10 - Os profissionais de que trata esta Resolução só poderão exercer a profissão após registro no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, sob cuja jurisdição se achar o local de sua atividade.
Art. 11 - Ao profissional registrado no Conselho Regional será expedida Carteira Profissional de TECNÓLOGO, conforme modelo aprovado por Resolução do CONFEA, a qual substituirá o diploma ou certificado, valerá como documento de identidade e terá fé pública.
Art. 12 - Os TECNÓLOGOS, cujos diplomas ou certificados estejam em fase de registro, poderão exercer as respectivas profissões mediante registro provisório no Conselho Regional, por um ano, prorrogável por mais um ano, a critério do órgão.
Art. 13 - O profissional registrado em qualquer Conselho Regional, quando exercer atividade em outra região, ficará obrigado a visar seu registro.
Art. 14 - O exercício da profissão de TECNÓLOGO é regulado, no que couber, pelas disposições da Lei nº 5.194, de 24 DEZ 1966, inclusive quanto aos regimes de anuidades, emolumentos e taxas, penalidades e comportamento ético.
Parágrafo único - Aplicam-se igualmente aos TECNÓLOGOS disposições da Lei 6.496, de 07 DEZ 1977.
Art. 15 - Aos TECNÓLOGOS já registrados nos Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, anteriormente à publicação da presente Resolução, serão estendidas as atribuições por ela conferidas, desde que compatíveis com os currículos e programas cumpridos.
Parágrafo único - Fica estabelecido o prazo de 12 (doze) meses, a contar da publicação da presente Resolução, para os interessados promoverem a devida anotação dos registros nos Conselhos Regionais.
Art. 16 - Visando à fiscalização de suas atividades, bem como à adequada supervisão, quando prevista nesta Resolução, os TECNÓLOGOS ficam distribuídos pelas seguintes áreas de habilitação:
1 - AGRONOMIA
1.1 - Tecnólogo em Cooperativismo
1.2 - Tecnólogo Industrial de Açúcar de Cana
1.3 - Tecnólogo em Laticínios
1.4 - Tecnólogo em Bovinocultura
1.5 - Tecnólogo em Administração Rural
1.6 - Tecnólogo em Mecanização Agrícola
1.7 - Tecnólogo em Heveicultura
2 - ENGENHARIA CIVIL
2.1 - Tecnólogo em Construções Civis/Edifícios
2.2 - Tecnólogo em Construções Civis/Edificações
2.3 - Tecnólogo em Construções Civis/Movimentação de
Terra e Pavimentação
2.4 - Tecnólogo em Construções Civis/Obras Hidráulicas
2.5 - Tecnólogo em Construções Civis/Obras e Solos
2.6 - Tecnólogo em Saneamento Ambiental
2.7 - Tecnólogo em Saneamento Básico
2.8 - Tecnólogo em Topografia
3 - ENGENHARIA ELÉTRICA
3.1 - Tecnólogo em Máquinas Elétricas
3.2 - Tecnólogo em Transmissão e Distribuição Elétrica
3.3 - Tecnólogo em Telefonia
3.4 - Tecnólogo em Telecomunicações/Telefonia e Redes
Externas
3.5 - Tecnólogo em Eletrônica Industrial
3.6 - Tecnólogo em Instrumentação e Controle
4 - ENGENHARIA MECÂNICA
4.1 - Tecnólogo em Mecânica/Desenhista Projetista
4.2 - Tecnólogo em Mecânica/Oficinas
4.3 - Tecnólogo em Produção de Couro
4.4 - Tecnólogo em Produção de Calçados
4.5 - Tecnólogo em Mecânica, Oficina e Manutenção
4.6 - Tecnólogo em Processo de Produção e Usinagem
4.7 - Tecnólogo em Mecânica: automobilismo
4.8 - Tecnólogo em Manutenção de Máquinas e Equipamentos
5 - ENGENHARIA DE MINAS
5.1 - Tecnólogo em Manutenção Petroquímica
5.2 - Tecnólogo em Processos Petroquímicos
6 - ENGENHARIA QUÍMICA
6.1 - Tecnólogo em Conservação de Alimentos
Art. 17 - Na eventualidade de virem a ser definidas novas modalidades profissionais de TECNÓLOGOS, o CONFEA baixará Resoluções visando ao estabelecimento das correspondentes atividades, bem como ao enquadramento na área de habilitação.
Art. 18 - Os TECNÓLOGOS integrarão o Grupo ou Categoria da Engenharia, Arquitetura ou Agronomia, de acordo com suas respectivas modalidades.
Art. 19 - A presente Resolução entrará em vigor a partir da data de sua publicação.
Art. 20 - Revogam-se as disposições em contrário.
Brasília, 26 SET 1986.
LUIZ CARLOS DOS SANTOS
Presidente
ARISTIDES ATHAYDE CORDEIRO
1º Secretário
Publicada no D.O.U. de 08 OUT 1986 - Seção I - Págs. 15.157 a 15.159.
Publicada no D.O.U. de 08 OUT 1986 - Seção I - Págs. 15.157 a 15.159.
posted by Mamãe 3:04 PM
Comments:
Newsletter Toque de Qualidade ¿ Edição 24.07.2006
**** Primeiras Palavras
¿ Esta é a newsletter do Toque de Qualidade. O objetivo é manter contato permanente com os participantes da lista, amigos e participantes de eventos da Sercan Treinamento e Consultoria. Envie suas mensagens, artigos, dicas e trocas de experiências.
¿ Se você deseja participar ativamente da lista cadastre-se enviando e-mail para toquedequalidade-subscribe@yahoogrupos.com.br . Convide seus amigos e clientes.
¿ Mensagens para serem analisadas e distribuídas ao grupo devem ser enviadas para toquedequalidade@yahoogrupos.com.br . Todas as mensagens são moderadas antes de enviar aos demais participantes ou será incluída no próximo newsletter. O objetivo é evitar excesso de mensagens e-mail´s com propagandas indesejáveis. Esta newsletter não tem periodicidade planejada.
¿ Todo o material divulgado pode ser enviado para seus amigos, clientes e fornecedores. Convide-os para fazer parte do grupo ou informe e-mail para que possamos enviar esta edição e convidá-los.
**** Artigo: ¿A sua organização está crescendo com a pesquisa de clima organizacional?¿ por Sergio Canossa.
Realizar pesquisas de clima organizacional tem se tornado uma atividade freqüente nas organizações. Muito mais do que auxiliar no atendimento de requisitos normativos, as empresas precisam profissionalizar estas atividades e, saber avaliar e decidir sobre os resultados obtidos. A ISO TS 16949:2002, por exemplo, no requisito 6.2.2.4 Motivação e ¿empowerment¿ dos colaboradores nos remetem a esta necessidade. Ainda é comum observarmos um trabalho relegado ao segundo plano com claras intenções de cumprir tabela. As áreas de RH ¿ usualmente responsáveis por esta atividade não estão plenamente preparadas para realizar, interpretar e apresentar estas pesquisas. Infelizmente poucas áreas estão. Um questionário é elaborado e, em determinadas épocas do ano é amplamente aplicado junto aos colaboradores como se esta fosse a parte mais importante e se esgotasse nela. Porém, é aqui que ocorrem os primeiros problemas. Diversas situações dificultam esta coleta de dados: muitos funcionários não desejam participar, muitos se sentem obrigados a participar, muitos mentem ao responder as questões e, assim vai. Com isto, as organizações costumam criar mecanismos para incentivar a entrega dos questionários respondidos no prazo estabelecido. Os brindes e todas as formas de incentivo tornam-se a principal razão do retorno do questionário. É impossível garantir o compromisso da resposta que representa o que de fato ocorre ou o que de fato o funcionário sente.
Quando a coleta de dados é concluída um ou mais funcionários são designados para tabular centena, as vezes milhares de questionários recebidos. Uma tarefa árdua e ingrata. Aqui surgem novos problemas: como apresentar estes dados para a direção ansiosa por saber o resultado ¿ a opinião dos funcionários. Usualmente um relatório contendo os valores e porcentagens obtidas são preparadas e apresentadas. Diante disto, ocorre muito vai e vem até se chegar a um formato definitivo que possa agradar aos diretores. Este modelo torna-se inflexível por muitos anos.
Depois de uma leitura dos resultados todos são chamados a explicar os números que surgem. São realizadas ações localizadas que são planejadas e conduzidas por alguns dos mais interessados e, quase sempre fruto de iniciativa própria. Muitas destas ações têm pouca ou nenhuma relação com os objetivos estratégicos da organização. É mera formalidade. Ou seja, pouco se faz com os dados coletados. Algumas vezes estes dados servem para exibir informações favoráveis junto aos clientes e auditores. No ano seguinte ou na pesquisa seguinte o roteiro se repete.
No entanto, as organizações precisam aprender a transformar os resultados destas pesquisas em negócios e benefícios para toda a organização. E como isto deve ser feito? O primeiro passo - e um dos mais importantes ¿ é que a pesquisa seja responsabilidade da alta direção. Esta responsabilidade não se limita a solicitar a entrevista. Vai além. É esperado que se transmita e divida informações e orientações essenciais com a hierarquia e toda a organização. Deve ficar transparente que a pesquisa a ser conduzida tem por objetivo a obtenção de opinião verdadeira e não estabelecer mecanismos de punição; e para assegurar tudo isto, será sempre conduzida de forma que o funcionário não necessite se identificar e, a equipe ou empresa responsável pela pesquisa não buscará formas de identificação ¿ no máximo saberá qual grupo ou áreas o formulário provém (e nem sempre isto será desejável ¿ somente nas organizações gigantes com escritórios, lojas ou fábricas em muitas localidades). O mais importante no que se refere a responsabilidade da alta direção são os objetivos da pesquisa e o que se deseja saber. Resumindo, deverão ser formuladas as hipóteses. Portanto, a direção deve ter consciência de definir junto à equipe responsável pela pesquisa, claramente o que deseja saber. Orientações estratégicas e diretrizes devem ser dadas quanto aos assuntos de interesse.
Os responsáveis designados, de posse destas informações devem estabelecer um cronograma das atividades a serem realizadas. Uma boa pesquisa pode levar algumas semanas até ser concluída. Mas não pode demorar em processar os dados, pois a informação envelhece rapidamente. Os fatores que determinam o tempo das atividades são: tamanho da organização, objetivos a serem atendidos (que determinam a quantidade de perguntas), metodologia de realização da pesquisa (questionários, entrevistas, etc..). No planejamento das atividades, portanto, é necessário saber o que perguntar e não desqualificar o entrevistado. Para isto é importante a etapa de elaboração do questionário. As perguntas precisam ser cuidadosamente preparadas. E para isto, existem inúmeras possibilidades em cada uma delas. Para estabelecer limites e controles junto à pesquisa e torna-la acessível e, acima de tudo mensurável, é preciso que se elabore um questionário preliminar denominado ¿questionário qualitativo¿. Como o próprio nome indica, algumas perguntas são abertas e com conteúdo abrangente, mas sem perder a similaridade com aquele que será aplicado aos funcionários. Este questionário será aplicado experimentalmente a um grupo amostral para obter informações a serem utilizadas para determinar o questionário final. Esta pesquisa qualitativa fornece muitas pistas do que será possível obter na pesquisa completa. Ela será utilizada para aprovação do questionário a ser aplicado e, como base para uma revisão das estratégias e diretrizes da pesquisa. Por isto, a direção da organização deve aprovar o questionário proposto antes de ser aplicado efetivamente. A apresentação da pesquisa qualitativa irá propiciar dados para a tomada de decisão consciente. Eventuais correções devem ser preparadas e submetidas a aprovação final antes de aplicá-lo na organização.
O questionário final deverá ser preparado de forma que haja espaço para o preenchimento e para comentários, onde desejável. Um guia orientativo e uma apresentação devem estar nas primeiras páginas. Reforçar a posição da direção quanto a confidencialidade é muito importante. E garanti-la é ainda mais importante. A apresentação do questionário no formato de uma brochura ou apostila demonstra profissionalismo na aplicação. Para determinar a confidencialidade um local de entrega deve ser estabelecido. Deve-se incentivar o respondente a entregar pessoalmente a fim de certificar-se deste compromisso. Também se deve incentivar a responder de forma individual e pessoal, sem influencia dos que trabalham ao lado.
Após a tabulação dos questionários, os formulários devem ser arquivados de forma identificada para consulta em caso de dúvidas. Os dados obtidos devem ser analisados estatisticamente para validar e verificar as hipóteses e objetivos propostos pela direção da organização. O relatório de apresentação dos resultados deve ter como premissa estas hipóteses e objetivos. Se as hipóteses são válidas estatisticamente então a apresentação a diretoria tem um rumo acertado. Se não forem válidas, devem-se avaliar as razões e incluídas no relatório a ser realizado para discutir corretamente com a direção. Em quaisquer dos casos será necessário fazer uma interpretação dos dados obtidos e, a equipe responsável deve apresentar à direção para tomada de decisões.
Os dados devem ser submetidos, com comentários, à direção, de forma preliminar, para estudo prévio e análises com fins estratégicos e de decisão. Por ocasião da apresentação, o responsável designado deverá apresentar os resultados e conclusões em coerência com as hipóteses e objetivos estabelecidos. Com isto, a direção, poderá opinar, analisando conjuntamente devido a sua verificação prévia. Assim poderá tomar decisões coerentes com seus princípios, valores e missão. Estas decisões caminham em direção a ações abrangentes e, a designação de responsabilidades para elaboração de planos de ação de acordo com a orientação da alta direção passa a ser coerente. Essencialmente os responsáveis pelos planos devem estar preocupados em transformar tais informações em benefícios para os funcionários, acionistas, para os clientes e para a empresa. O resultado deve orientar para ganhar dinheiro, agregar valor, aumentar o lucro e a satisfação de clientes e funcionários. O que fugir desta orientação indica que a organização terá problemas e perderá dinheiro, imagem, entre tantas possibilidades. Imagine uma empresa com o clima organizacional ruim, isto refletirá na realização de seus negócios. E o resto não precisa ficar detalhando.
Agora reflita: como a sua organização está conduzindo este importante instrumento de trabalho? Se estiver orientado para o crescimento da organização, parabéns! Se não, é preciso repensar e replanejar para corrigir a divergência.
**** Dicas e Comentários
O manual de PPAP edição 4, com versão ainda em inglês, ainda obtido somente com importação, está válido desde 1º de Junho. A versão em português deverá sair em setembro, segundo a previsão do IQA. As montadoras começaram a fornecer derrogas enquanto não é possível ter informações detalhadas e aguarda-se a tradução. Para saber como agir enquanto não se recebe a tradução ou versão em inglês (as importações infelizmente são demoradas) consulte sua certificadora.
O manual de CEP ¿ edição 2 ¿ já está disponível para venda em português. Mas é preciso ter uma boa base de estatística para utilizá-lo corretamente. Ainda é necessário que saiba usar softwares como o Minitab para que sejam realizados os cálculos sugeridos. Toda a parte básica foi eliminada ou resumida admitindo que podem ser encontradas na literatura disponível.
O atendimento aos Requisitos Específicos dos Clientes é a nova orientação recebida pelas certificadoras para se verificar durante as auditorias de ISO TS 16949:2002. O que diferencia das auditorias anteriores é que agora torna-se necessário comprovar que atende os requisitos para cada um de seus clientes. Aqueles mesmos que serão relacionados nos anexos do seu certificado. Portanto, é muito importante que os requisitos sejam compreendidos, esclarecidos e as evidencias preparadas para ser apresentadas ao grupo auditor.
¿ Envie suas dicas e dúvidas para publicação nas próximas edições do Toque de Qualidade.
**** Últimas Noticias
¿ A Sercan estará realizando cursos de Análise do Sistema de Medição ¿ M.S.A 3ª edição (14 e 15/09), CEP Básico ¿ 2ª edição (23 e 24 /10), APQP ¿ Planejamento Avançado da Qualidade (9 e 10/11) no IQA ¿ Instituto da Qualidade Automotiva ¿ www.iqa.org.br ¿ Telefone: 11- 5533-4545.
¿ A Sercan também estará realizando os cursos Requisitos Específicos dos Clientes (29 e 30/08), Avaliação de Resultados e Eficácia de Treinamento (12/09), FMEA 3ª edição (18 e 19/10), Reuniões Produtivas e Administração do Tempo (21/11) no Sindipeças-SP ¿ www.sindipecas.org.br ¿ Telefone: 11- 3848-4811.
¿ A Sercan também estabeleceu parcerias com Bassos e Associados ¿ www.bassos.com.br ¿ telefone: 11- 5584-7576 e, com a AssertRH ¿ www.milioni.com.br ¿ telefone: 11- 3338-0460. Os seus eventos poderão ser realizados também através destes parceiros.
**** Faça parte do Toque de Qualidade
¿ Estamos mantendo na página do Toque de Qualidade no Yahoo Grupos uma opção de Arquivos. Nela serão mantidos arquivos colocados pelos participantes da lista. Alguns destes arquivos serão programados para envio aos participantes. Outros serão permitidos através de acesso para aqueles que estiverem cadastrados com login e senha no Yahoo Grupos.
¿ A comunidade do Toque de Qualidade já está no Orkut. Se você faz parte do Orkut e também do Toque de Qualidade faça parte agora do Toque de Qualidade-Orkut. Você ainda não está no Orkut? Envie-nos uma mensagem solicitando ¿Convite para o Toque de Qualidade no Orkut¿. Esperamos você por lá.
¿ Diversas empresas que participaram de treinamentos e, amigos dos atuais participantes foram incluídos na lista do Toque de Qualidade por terem gostado das edições anteriores. Continue convidando seus amigos e fornecedores.
¿ Se você não é integrante da lista do Toque de Qualidade envie um e-mail para toquedequalidade-subscribe@yahoogrupos.com.br. Responda ao processo de confirmação do Yahoo e mantenha-se atualizado conosco ¿ participe, envie dúvidas, saiba de nossos eventos, conte novidades de sua empresa.
Até a próxima newsletter
Sergio Canossa - Palestrante e Consultor
Sercan Treinamento e Consultoria
11-4123-8091 e 11-9796-4764
E-mail: scanossa@uol.com.br e s_canossa@yahoo.com.br
Folder: http://scanossa.sites.uol.com.br
Blog: http://toquedequalidade.zip.net
Lista / Grupo discussão: toquedequalidade-subscribe@yahoogrupos.com.br
posted by Mamãe 2:58 PM
Comments:
EXAGERO NÃO É PREVENÇÃO: É CUSTO.
Merece atenção o momento que vivemos em relação a prevenção de acidentes em muitas das empresas brasileiras. Um ponto muito importante a ser mencionado e com certeza que carece de análise diz respeito a mudança do comportamento dos profissionais e por conseqüência das empresas que eles representam em relação a emissão de documentos. Se no passado nossa área tinha problemas pela falta de documentos ou mesmo registros nos tempos atuais nota-se que passamos de um extremo ao outro sem nos darmos conta que na verdade o ponto mais interessante seria o meio entre as duas condições. Se antes faltava papel ¿ hoje eles sobram e mais do que isso na grande maioria dos casos servem apenas para alimentar sistemas burocráticos que pouco ou nada agregam valor a prevenção.
Em muitas empresas existem hoje listas de solicitações que mais lembram aquelas velhas listas de noivos deixadas em lojas informando os presentes desejados. Na verdade o problema não está na existência das listas mas com certeza no conteúdo que alguma delas tem que em boa parte dos casos demonstra com clareza que quem a definiu o fez copiando de outras empresas sem observar a realidade local. Tais exageros conduzem a uma serie de problemas e geram custos totalmente desnecessários ¿ mostram acima de tudo que certos gestores não conhecem o assunto do qual cuidam ou se conhecem não tiveram tempo ou interesse em analisar com mais critérios as exigências que fazem. Isso tudo mostra uma gestão equivocada ¿ prevenção e exagero jamais foram sinônimos.
No mais estas listas geram custos e não é incomum encontrarmos ¿ em um mercado onde boa parte das consultorias não observam qualquer tipo de ética em relação aos seus clientes ¿ prestadores de serviços que pagam muito caro por documentos e mesmo treinamentos que não tem qualquer utilidade real em termos preventivos. E não bastasse isso nota-se que os documentos solicitados em boa parte das vezes nem chegam a ser analisados pelos contratantes. Isso é muito para nossa área, gera descrédito entre as partes e insere a nossa área no rol das muitas coisas que são feitas por fazer em nosso pais, sem qualquer utilidade prática ou real necessidade e apenas para alimentar sistemas totalmente dispensáveis.
Melhor seria que exigíssemos poucos ¿ mas que este pouco fosse de ato observado e utilizado. Melhor ainda que o que é exigido tivesse algum sentido ou utilidade e não fosse apenas uma espécie de cancela simbólica entre a segurança e ausência desta. Muitos de nos da prevenção temos contribuído para que nossa área seja vista como uma área de certidões e papeis ¿ quando na verdade estes não deveriam ser mais do que evidências de práticas serias e saudáveis capazes de contribuir para trabalhos realizados de forma segura e saudável.
Sinceramente não creio que estes nossos colegas tenham este tipo de procedimento intencionalmente ¿ antes acho que falta um pouco de análise mais critica, de rever os paradigmas e conceitos e partir na direção de uma prevenção mais verdadeira e real.
QUAIS OS REAIS OBJETIVOS DA PREVENÇÃO ?
Esta questão sobre os reais objetivos da prevenção é essencial no planejamento de qualquer atividade em nossa área ¿ até porque se bem compreendida tem a capacidade de afastar de vez os ranços e valores de uma prevenção antiga que não deveria ser mais praticada ¿ e que talvez o seja pela falta de revisão valores entre os profissionais. Infelizmente muito do que é ainda é feito em nome da prevenção pouco ou nada tem haver com o que de fato é necessário para que se obtenha resultados mais verdadeiros.
A verdadeira função final da prevenção dentro de uma empresa é assegurar a continuidade do negocio, assim como também é esta a função de todas as demais áreas de uma empresa. Equivoca-se quem pensa que a função final da manutenção por exemplo e simplesmente co consertar máquinas, assim como quem acredita que a área da qualidade esteja ali com a função final de garantir qualidade do produto. Entender este ponto é de suma importância para nos que trabalhamos em uma área baseada e cercada por leis ¿ fato este que nos leva a crer que estamos distantes e isentos da preocupação com o negocio e seu destino ¿ sem negocio não tem produção, sem produção não tem trabalho, sem trabalho como podemos fazer segurança no trabalho ?
Não estou dizendo com isso que o principal foco de nossa atuação seja a obtenção do lucro ¿ jamais o diria ¿ mas quero afirmar que nossa atuação sendo ética e correta deve ao mesmo tempo ir nesta direção ¿ ate porque não estamos isentos e não excluídos da realidade da gestão empresarial embora poucos percebam isso.
Isso nos remete ao entendimento de que a gestão da prevenção não pode ser um adendo do negocio ou algo a ser tratado de forma excepcional. Alias esta visão contribuiu e segue contribuindo para que as demais áreas não tenham adesão com o assunto. A nos cabe inserir prevenção no contexto e não torna-la um assunto de nossa responsabilidade e o grau desta inserção deve seguir critérios que todas as demais áreas de uma empresa obrigatoriamente observam tais como planejamento adequado e equilibrado, redução de custos, racionalização de recursos e meios, etc.
Quando passamos a entender a função com certeza começamos a notar que exageros nos fazem ser vistos de uma forma um tanto quanto estranha no ¿ninho¿ ¿ ao mesmo tempo embora as pessoas de outras áreas de certa forma desconfiem dos exageros ¿ sentem um certo receio devido a associação de nossa área com aspectos legais. E assim as aberrações seguem ¿ com os demais temendo vir em nossa direção por razões citadas anteriormente e nos sem entenderemos que precisamos modernizar e racionalizar, tanto pelo bem da manutenção do negocio como muito especialmente pela busca de uma prevenção mais facilmente compreensível.
FALANDO UM POUCO DOS EXAGEROS
A primeira coisa que precisa ser dita aqui é que se uma empresa não é boa para prestar serviços não será um monte de papel que a fará melhor ¿ isso é uma certeza. Bem provável que em uma relação destas o colega do SSMT receba em sua mesa os mais lindos programas e documentos que já viu na vida ¿ que pouco tem haver com prevenção e muito nos lembram aquelas antigos trabalhados escolares onde a capa valia mais do que todo conteúdo. Muitos destes programas trarão de cortesia copias inteiras de normas e tudo isso irá com certeza agradar um gestor despreparado e vaidoso.
A boa gestão da prevenção ¿ em empresas que querem afirmar que assim o fazem ¿ começa na possibilidade de que o SESMT participe na definição e emissão do memorial de concorrência e que este saiba não apenas copiar normas ou fazer links com estas ¿ MAS DESCREVA ALI o que é importante, ponha no preto e branco e de forma clara e objetiva quais são as regras do jogo ¿ isso aliás é prevenção ¿ chegar antes de. Importante também que o mesmo SESMT esteja envolvido nos contatos iniciais com as futuras parceiras ou contratadas.
O que deve ser exigido será sempre proporcional ao risco da atividade a ser desenvolvida e também a capacidade de análise de quem estará recebendo ¿ fora isso é papel para prevencionista colecionar e mais do que isso ¿ aquilo que pode parecer que diante de um caso de acidente ou doença irá nos isentar e culpa e fica ali bem guardado nas nossas estantes ou gavetas ¿ pode se não for analisado ou entendido ¿ tornar-se algo totalmente contra nossa gestão. Se eu exigi, aceitei ¿ concordei ¿ e tinha discernimento técnico para não o faze-lo ¿ melhor que não o tivesse feito. Se hoje nosso judiciário ainda tem dificuldades para entender de fato as questões de culpa em acidente e doença do trabalho isso com certeza não irá durar para sempre. É importante entender também este ponto.
No mais ¿ entre a beleza e a praticidade existe a realidade ¿ que no nosso caso mata, mutila e adoece. Assim há se pensar muito bem quanto a alguns modelos que vem sendo adotados especialmente em grandes empresas ¿ por exemplo de análise preliminar de riscos ¿ que são verdadeiros tratados de nada do ponto de vista prático e quando falamos de trabalhadores que tem dificuldades até mesmo com as Ordens de Serviço mais rudimentares. Quando falamos em prevenção, falamos na verdade de ferramentas capazes de ser úteis as partes expostas e não as gerencias e corpo técnico e não será qualquer surpresa se um dia destes em uma ação por acidente alguém rejeitar os documentos apresentados visto que embora sejam tecnicamente ate embasados para a pratica daquilo que que se destinam pouco ou nada servem. Por aqui há de se dizer que há necessidade de contermos o deslumbramento e nos atermos a praticidade e se para uma vida ser poupada o que interesse em um pedaço de papel de pão e ele é capaz de cumprir sua função ¿ então que seja o papel de pão. Não e a sofisticação que faz uma área ser mais técnica ¿ são os resultados.
Importante também lembrar que qualquer exigência a ser feita deve ter uma razão objetiva e que razões objetivas para serem encontradas necessita que se passe pelo caminho de uma análise a partir de critérios técnicos ¿ distante de afirmações sobre certas tradições, cultura ou coisa do gênero. Isso quer dizer ¿ traduzindo para um português mais claro - menos crendices e mais conhecimento. Neste ponto não vale coisas tais como faço porque ouvi falar, faço porque em tal lugar se faz e no lugar disso devemos afirmar que fazemos porque há uma razão cientifica ou técnica para que seja feito. E que o ato de adotarmos aquela pratica nos faz agregarmos valor ao negocio e a prevenção. No rol destas coisas ¿ ou práticas infundadas ¿ estão a prescrição exagerada do uso do EPI, a exigência de diversos exames médicos que pouco ou nada dizem respeito a este ou aquele tipo de trabalho, a realização de integrações que não contribuem de fato para a prevenção, a exigência de documentos sem critérios que assegurem a qualidade dos mesmos, etc. Tudo isso tem em comum o vazio em relação a qualquer tipo de utilidade para as partes envolvidas e alimenta um sub sistema de prestação de serviços que depõem contra a nossa área.. Melhor então exigir o necessário ¿ mas que este necessário seja levado a sério e tenha finalidade.
MAIS A LEI PEDE.....
Tenho dito e repetido muitas vezes ¿ seja em eventos ou pessoalmente a colegas com que partilho o dia a dia que o bom uso de uma legislação passa necessariamente pela interpretação da mesma e indo um pouco mais longe pelo entendimento da intenção do legislador. Quando digo e repito isso vem sempre a minha mente a idéia de como seria nossa área se as pessoas fizessem isso. Toda legislação tem um objetivo que nem sempre é o seu mero cumprimento puro e simples e por isso precisa de profissionais competentes para fazer esta tradução e transformar aquele conteúdo em práticas. O grande problema e que muita gente sabe ler leis mas pouco sabe sobre praticas.
Um bom profissional não decora legislação, entende seu sentido e se vale das normas para amparar/embasar legalmente seus trabalhos e propostas.
Profissionais técnicos vão alem da norma ¿ fazem da norma praticas gerenciais.
E mais do que isso diante do emaranhado de exigências ¿ algumas delas até redundantes ate porque são feitas em alguns casos por pessoas que tem visão equivocada sobre o assunto ¿ analisam, escolhem e compõem seu gerenciamento em relação a determinado assunto ¿ algo assim com uma receita própria ¿ definindo ingredientes, quantidades, doses, tempos.....Obviamente o faz de forma consciente e a partir de convicções e não se joga a aventuras ¿ por exageros ou omissões.
Prevenção de acidentes não pode ser tratada como uma confecção em série ¿ como modinha ¿antes deve ser vista, respeitada e praticada como se fosse uma alfaiataria onde cada solução, para cada empresa ou mesmo as vezes dentro de uma empresa ¿ para cada setor ou área ¿ deve ser desenhada conforme as necessidades, natureza, composição dos grupo de trabalhadores, etc.
O mesmo diz respeito aos famosos sistemas de gestão ¿ que quando imaginávamos que seriam um grande passo na direção de uma prevenção verdadeira ¿ temos visto uma outra realidade totalmente distinta. É preciso que se diga que tudo aquilo que é definido e torna mais complicada a vida e a rotina das pessoas terá proporcionalmente delas um grande esforço para a criação de uma burla bem elaborada. Sistema de gestão que complica tem alguma coisa errada, ate porque a organização de algo se não seguir na direção da racionalização tende ao insucesso. Mudanças tem que melhorar a vida das pessoas e não torna-las pior.
Uma coisa é o meu desejo, outra coisa é a possibilidade de executa-lo ¿ e entre estas duas coisas reside o ponto onde pode-se começar uma boa definição para a prática.
Uma coisa é imaginar que escrever prevenção pode ter algum resultado, outra coisa é esta escrita ser capaz de ser absorvida pela realidade dos que vão executa-la e transformar-se em pratica e propiciar algum resultado.
A segurança impositiva pura e simples será sempre um exagero daqueles que imaginam que o trabalhador deixa de ser uma pessoa porque ganha para executar algum tipo de trabalho e passa a ser uma peça que pode ser posicionada da forma que alguns entenderem seja boa e que por isso não tem opinião, não tem escolhas, etc.
Será exagero porque custará dinheiro e não trará resultados porque e impraticável visto que inobservou-se conhecimentos que não são ligados diretamente a técnica mas da parte mais importante para que o processo tenha resultados: o homem. E daí em diante segue-se um desperdício de recursos incalculável tentando através de treinamentos, campanhas e coisas do gênero por em prática o que é impraticável, transformar em desejo comum o que é vontade de poucos. Um dia a direção da empresa acorda !
Em nome da prevenção é bom que façamos uma análise criteriosa do que temos tentando vender como segurança. ¿ estamos lidando com vidas e destinos e isso deve ser levado em conta.
Cosmo Palasio de Moraes Jr.
posted by Mamãe 2:57 PM
Comments:
Quarta-feira, Agosto 25, 2004
Você é uma empresa
Vamos crescer a sua empresa. Sejamos nós mesmos o empresário das nossas situações.
Criar uma condição tranqüila de estabilização, em tempos de mudanças, dentro de uma empresa, requer uma reflexão de cada um de nós. Imagine se todos os integrantes de uma empresa tivessem dentro de si o conhecimento, o comprometimento, a criatividade, o planejamento das ações e transformasse o Querer em Poder?
Essa empresa com certeza aglutinaria um grupo de pessoas fortes e obstinadas para o crescimento e evolução. Mas não fique pensativo ... Isto é possível - você é um ser humano e pode fazer isto!
É melhor você parar de depender dos outros para tomar iniciativas. Comece a ler, instruir-se melhor sobre o que faz, faça integração entre departamentos, fique atento às possíveis mudanças, troque idéias - comunique-se, apresente resultados positivos. Nesta hora, sem dúvida, os seus parceiros irão lhe observar, espelhar os seus pontos positivos, seguir sua trilha, e isso nada mais é - que sua evolução como "você empresa".
A consciência desta complexidade que estamos falando é a grande preocupação de todos nós com relação à velocidade em que a cada dia somos surpreendidos por um forte e consolidado vetor de melhoria contínua. Para você acompanhar e fazer parte destas mudanças e inovações tecnológicas é preciso, acima de tudo, a vontade de aprender o novo.
Portanto, cuide dos seus passos e repasse sua motivação e energia a seus amigos, pois só uma empresa estruturada alcança o futuro e deixa registrado sua qualidade pessoal e profissional. Seja você uma empresa e venda seu marketing a todos da sua empresa. Boa Sorte!
Por Banas Qualidade e Quality. eng.br
posted by Mamãe 5:29 PM
Comments:
Segunda-feira, Agosto 09, 2004
Titulo: Três Casos de gestão empresarial
Três Casos Típicos analisados num encontro mundial de gestão
empresarial.
Caso 1:
Ia uma jovem passear com o seu namorado, quando ouviram uns empregados
de uma obra gritar:
- Oh cara, não leva para passear, leve ela pra um lugar escuro e traça!!!
O rapaz, muito envergonhado, segue o seu caminho com a namorada e
passam por um parque onde estão vários reformados sentados que ao vê-los
começam a falar ao noivo:
- De mãozinha dada com a mina, devia é levá-la para um motel, seu
tonto!!!! O rapaz, cada vez mais envergonhado, deixou namorada em sua
casa e despediu-se:
- Então até amanhã, meu amor !
A noiva responde-lhe :
- Até amanhã, surdo de merda !!!
Conclusão:
Escuta e põe em prática os conselhos dos consultores externos. É gente
com experiência, e se não escutá-los, sua imagem e gestão empresarial
ver-se-ão seriamente deterioradas.
Caso 2:
Um réu, condenado a prisão por assassinato em primeiro grau, consegue
fugir ao fim de 25 anos na cisão. Ao fugir, entra numa casa onde dorme
um jovem casal. O assassino prende o homem a uma cadeira e a mulher na cama.
A seguir, encosta o seu rosto ao peito da mulher, levantando-se de
seguida e saindo a seguir do quarto. Imediatamente, arrastando a cadeira, o
marido aproxima-se da esposa e diz-lhe:
- Meu amor, este homem não vê uma mulher há anos. Eu o vi beijando teu
peito e aproveitando que ele se afastou um pouco, quero pedir-te que
coopere com ele e faça tudo o que ele te pedir. Se ele quiser fazer
sexo contigo não o evite e finge que gosta. Por favor, as nossas vidas
dependem disso!!! Seja forte, minha linda, eu te amo. A jovem esposa diz ao
marido:
- Querido, estou feliz que pense assim! Realmente este homem não vê uma
mulher há anos, e no entanto não estava beijando meu peito. Ele me
disse ao ouvido que gostou muito de você e foi no banheiro procurar vaselina.
Seja forte, meu lindo, eu também te amo muito.
conclusão:
Não estar verdadeiramente informado pode trazer sérios inconvenientes.
A informação atualizada e exata é fundamental para evitar surpresas
desagradáveis.
Caso 3:
Um rapaz vai a uma farmácia e muito embaraçado diz ao farmacêutico:
- Senhor, me vê um preservativo. A minha namorada me convidou para ir
jantar esta noite na casa dela. Já saímos há três meses e a mina parece
que vai me pedir para lhe pôr o "termômetro". O farmacêutico vende o
preservativo e o jovem sai da farmácia. De imediato, o rapaz volta a
entrar, dizendo:
- Senhor, é melhor comprar outro, porque a irmã da minha namorada, é
uma boazuda de primeira, passa a vida a cruzar as pernas na minha frente
que às vezes até lhe vejo as entranhas. Acho que também quer algo, e como
vou jantar hoje lá na casa ...... O farmacêutico vende o preservativo e o
jovem sai da farmácia. Logo em seguida o garoto volta, dizendo:
- Senhor, acho que vou comprar mais um, porque a mãe da minha namorada
também é muito da hora. Quando a filha não está no pé, passa a vida se
insinuando de um modo que me deixa embaraçado, e como eu hoje vou
jantar lá na casa...... Chega a hora da comida e o rapaz senta-se na mesa com
a sua namorada ao lado. O rapaz, baixa imediatamente a cabeça, une as
mãos e começa a rezar:
- Senhor, abençoa estes alimentos, bzzzz, bzzzz, bzzzz,... damos-te
graças por estes alimentos...
Passa um minuto e o rapaz continua de cabeça baixa rezando:
- Obrigado Senhor por estes dons, bzzz, bzzz, bzzz....
Passam cinco minutos e prossegue :
- Abençoa Senhor este pão, bzzz, bzzz, bzzz,....
Passam mais de dez minutos e o rapaz continua de cabeça baixa rezando.
Todos se entreolham surpreendidos e a namorada diz-lhe ao ouvido:
- Meu amor, não sabía que eras tão crente ...!!!
- E eu não sabía que o teu pai era farmacêutico !!!
conclusão:
não comente os planos estratégicos da empresa com desconhecidos, porque
isso pode destruir a sua própria organização.
Por: Orapois.com e
Neimar Santos
posted by Mamãe 2:13 PM
Comments:
Sexta-feira, Agosto 06, 2004
Lançada nova versão da NBR 10004
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) lançou a versão 2004 da norma NBR 10.004, que trata da classificação de resíduos sólidos, durante a VI Semana do Meio Ambiente, que ocorreu de 31 de maio a quatro de junho. A norma é fundamental para a preservação do meio ambiente e da saúde humana. Além disso, para os órgãos ambientais e indústrias, ela se constitui numa ferramenta importante de classificação dos resíduos como perigosos ou não perigosos, fornecendo subsídios para seu gerenciamento. www.abnt.com.br
Por Banas Qualidade
posted by Mamãe 8:27 AM
Comments:
Segunda-feira, Agosto 02, 2004
DE VOLTA Á AULA...
Pessoal, hj é o retorno dos que não foram... (não deu pra ir pq as férias foram tão curtinhas...).
Mas o importante é voltar com o gás total (vou tentar, prometo) pra vencer mais um semestre...
Bjus,

posted by Mamãe 6:32 PM
Comments:
Quarta-feira, Julho 21, 2004
VALOR OU PREÇO???
Você sabe dizer qual a diferença entre Valor e Preço?
Hoje em dia fazer uma análise de que "pagaria qualquer preço" é muito subjetivo, uma vez que tudo tem um ponto de equilíbrio entre o que se paga e o que vale. O preço que você concorda pagar está intrinsecamente ligado ao valor que você dá.
A partir daí, considere que tudo o que fazemos está ligado a esta relação - valor e preço - que acabamos de ver.
Tudo tem seu valor. É isto que faz com que decidamos se queremos ou não. Esta condição entre valor e preço, ainda confundida por muitas pessoas, é simplesmente a troca da necessidade do querer, com a possibilidade de obter, ocasionada pelo poder e, sem dúvida, pela grande propulsão de satisfazer uma vontade.
Então, por que não dizer que isto vale para tudo que nos cerca, pois para tudo determinamos valores. Um exemplo começa por valorizar seu próprio trabalho - trabalhar com afinco, vontade, determinação e motivação, com certeza você ganha o seu devido "valor" que acaba sendo determinado por você mesmo.
Não perca tempo. Acredite em você, no seu verdadeiro valor, e só assim crescerá, dando valor de acordo com suas necessidades e de acordo com o mercado.
Faça o ganha-ganha: dê valor, mas tenha valor, e assim saberá dar o seu preço. Invista em você.
www.quality.eng.br
Oceano
Por Quality eng.
posted by Mamãe 8:45 AM
Comments:
Atitude e Comprometimento
Mais do que um bom produto ou um bom serviço, Qualidade é uma atitude, uma postura de vida que envolve tudo que se produz e se consome.
Os caminhos para este crescimento, com qualidade, podem ser vários: capacidade, talento, sorte, oportunidade, estratégia..., mas o fator fundamental para se alcançar e manter o sucesso é o real comprometimento.
Comprometer-se é ser locomotiva, com atitudes que não deixam dúvidas quanto aos corretos objetivos da empresa.
O compromisso da liderança e dos colaboradores deve ser constante e contagiante, tornando-os seguros e responsáveis nas suas atribuições e confiantes no desenvolvimento do seu trabalho e da empresa. O resultado é uma empresa com aspectos absolutamente inéditos ao lado de soluções muito simples e originais.
Devemos entender que Qualidade não se implanta, conquista-se! A diretoria e os funcionários, todos, são responsáveis, tendo sempre em mente que o grau de satisfação será o retorno da motivação e o da produtividade.
Afinal o futuro é compromisso de todos, e nasce na atitude de cada um de nós.
Por Bannas Qualidade
posted by Mamãe 8:37 AM
Comments:
Quarta-feira, Julho 14, 2004
Utilizando o FMEA em ações preventivas
Marcio Antonio Ferlin
O Failure Mode and Effects Analysis (FMEA ), ou simplesmente, Análise do Efeito e Modo da Falha, tem sido muito utilizado como ferramenta de confiabilidade, tanto para projetos como para processos, e temos visto por aí, inúmeras empresas com dificuldade em determinar ações preventivas nos seus sistemas de gestão da qualidade e/ ou gestão ambiental. Por falta de conhecimento, às vezes, deixamos de usufruir de determinadas ferramentas que não são limitadas em seu uso, podendo oferecer um leque de opções, que vão além daquelas originalmente definidas. Para facilitar a compreensão, trataremos do FMEA somente como ferramenta para determinação de ações preventivas, seguindo os passos para se desenvolver um FMEA.
Identificar máquina e/ou processo a ser analisado;
Identificar e conhecer os modos das falhas;
Descrever os efeitos de cada modo da falha;
Descrever a causa de cada modo da falha;
Determinação do controle atual;
Ocorrência;
Severidade;
Detecção;
Calcular o risco de cada modo da falha, levando-se em consideração a freqüência de ocorrência, severidade e probabilidade de detecção;
Recomendar ação preventiva para a falha apontada;
Ação interina;
Ação tomada;
Reavaliação;
ITEM 1 - Identificar máquina e/ou processo a ser analisado
Identificar a máquina e/ou processo perguntando "qual o objetivo desta operação?"
ITEM 2 - Identificar e conhecer os modos das falhas
É a forma pela qual ocorre a falha na peça e/ou processo em análise. Deverão ser elaboradas as seguintes perguntas:
Como poderá ocorrer a falha?;
Que modo de falha poderá ocorrer nesta operação?;
Qual a dificuldade na utilização do processo e/ou equipamento para a operação?.
ITEM 3 - Descrever os efeitos de cada modo da falha
É a conseqüência que o modo da falha acarretará no produto final, ou seja, descrever quais as conseqüências que o produto irá sofrer se a falha ocorrer. Para e levantar este tópico, questionar: o que irá acontecer se o processo falhar?
ITEM 4 - Descrever a causa de cada modo da falha
É a descrição concisa da discrepância que deu origem ao "Modo da Falha". Exemplos:
desgaste do ferramental;
matéria-prima fora de especificação;
falta de treinamento;
falha no processo;
falta de informação
informação incorreta;
etc.
ITEM 5 - Determinação do controle atual
Refere-se aos meios utilizados na detecção do "Modo da Falha", são os controles que estão sendo empregados atualmente na produção para produtos semelhantes. Trata-se de:
dispositivos;
bancadas de testes;
sistema de inspeção.
Os controles devem ser especificamente relacionados ao modo da falha em questão.
ITEM 6 - Ocorrência
É a probabilidade estimada de ocorrer a "Causa da falha". Este item deve ser avaliado conforme escala descrita abaixo
ESCALA CRITÉRIO NÚMERO DE OCORRENCIA DAS FALHAS / / % DE FALHA NO LOTE
01 Probabilidade muito remota de acontecer 1: 100.000 // 0,001%
03 Número de ocorrências baixo 1: 10.000 // 0,01 %
05 Número de ocorrências moderado 1: 1000 // 0,1%
07 Número de ocorrências alto 1:100 // 1%
10 Número de ocorrências em proporções alarmantes 1:10 // 10%
ITEM 7 - Severidade
Levando-se em conta o "Modo da Falha" que ocorre, a severidade é a avaliação subjetiva das conseqüências ao cliente e ao usuário. Para avaliação, os "Efeitos de Falha" devem ser cuidadosamente analisados.
ESCALA CONSEQUENCIAS
01 O cliente e o usuário não perceberão a falha durante os testes e na utilização diária do produto;
03 Tanto o cliente quanto o usuário poderão detectar a falha, porém não ocasionará reclamação ou retrabalho;
05 O cliente detectará a falha, solicitando retrabalho;
07 O cliente detectará a falha, solicitando retrabalho e/ou devolução do lote. Trata-se de funcionamento deficiente do produto que afeta o usuário;
10 Este modo da falha se caracteriza por alterar a eficiência do produto de maneira a infringir os regulamentos e/ou leis. São falhas que poderão causar campanha de troca
ITEM 8 - Detecção
Assumindo que a falha ocorreu, o índice de detecção é a probabilidade de acontecer a falha, e esta ser detectada antes do produto sair da empresa.
ESCALA DETECÇÃO
01 Certamente será detectado;
04 Provavelmente será detectado
08 Provavelmente não será detectado;
10 Certamente não será detectado
ITEM 9 - Risco
É o produto dos índices de ocorrência, severidade e detecção. Seu objetivo é indicar prioridade as ações preventivas sugeridas quando R=/> 50 ou quando algum índice for =/> 7.
ITEM 10 - Ação Preventiva
Tem a finalidade de impedir que o "Modo da Falha" e a "Causa da Falha" venham a ocorrer. É somente uma recomendação advinda de uma primeira análise, podendo sofrer alterações no processo de implantação da solução; Deve conter responsável e prazo para implementação.
ITEM 11 - Ação Interina
Visa amenizar o risco enquanto a ação recomendada não for implantada.
ITEM 12 -
Ação Tomada
Descrever a ação que realmente foi introduzida com a finalidade de impedir a ocorrência da falha, indicar também data de introdução.
ITEM 13 - Reavaliação
Após implantação da ação preventiva, reavalia-se novamente os índices de ocorrência, severidade e detecção. Se R < 50 conclui-se o trabalho atestando a eficácia da ação, porém se permanecer 50 caberá ao coordenador do trabalho solicitar nova ação preventiva.
Marcio Antonio Ferlin é diretor da Ferlin Consulting - ferlinconsulting@ferlinconsulting.com.br
Utilizando o FMEA em ações preventivas

posted by Mamãe 2:13 PM
Comments:
Segunda-feira, Julho 12, 2004
Ae Galera!
Ate que enfim estamos com alguns dias livres.... de descanso....
Tentaram separar nossa turma mas provamos que a união não faz só açucar não.
O Rinaldo chegou 5 30 da manha pra guardar local na fila, que começava a atender apenas as 8 30. Mas valew a pena, estamos jutnos novamente, mais um período...
Agora ninguem separa a gente...
Bjus e ate dia 02/08 ou no próximo churrasco, o que vier primeiro...

posted by Mamãe 3:25 PM
Comments:
Quarta-feira, Junho 30, 2004
Qualidade no atendimento a clientes
A empresa de sucesso deve ter "a cara do cliente" ao invés de "a cara do dono", o que predomina em muitas empresas.
Hoje em dia, com a grande disponibilidade de oferta, com a rapidez dos transportes e com a comunicação cada vez mais ágil, o cliente pode adquirir facilmente e em tempo recorde, o produto ou serviço de sua preferência.
Sob a ótica do cliente as características de preço, condições de pagamento e prazo de entrega determinam um fornecedor ao invés de outro.
Para atender e superar as expectativas e necessidades do cliente é determinante e imprescindível que a empresa tenha:
· Visão estratégica do produto;
· Pessoas na linha de frente preocupadas com o cliente;
· Sistemas adequados ao cliente.
A empresa que almeja qualidade e competitividade tem que investir todo seu diferencial no fator atendimento, buscando fórmulas criativas e inovadoras que tornem seus consumidores em cliente cativos da organização.
Mude para melhor seu atendimento e fique atento ao seu concorrente.
Por Bannas Qualidade
posted by Mamãe 8:35 AM
Comments:
Sexta-feira, Junho 25, 2004
Ola Pessoas,
Tamo meio apertado de custura, né? É trabalho do Euvécio, do Eurípedes, provas, segunda chamada de provas... tá complicado, mas ja tá chegando no final de mais um período. Ufa!!!!!!
É, tão mesmo querendo separar nossa turma... mas não vamos deixar isso acontecer, né? vamos fazer um complô pra gente continuar juntos. É isso aí!!!!!!!
Por falar em juntos, demorei mais ta aki...uma foto da gente no churrasco na Fiat. Pena que nunca ta a turma completa, o Neimar, por exemplo, nunca apareceu em fotos nenhuma. Também, depois que era virou papai não tem tempo pra mais nada, nem de ir na aula (brincadeirinha)
Nesta foto encontra-se, da esquerda pra direita:
O filho caçula de Ricardo, Ricardo (que conseguiu os convites pra gente), A ponta da cabeça de Salvio, Eu, Solange, O marido da Tati, a Tati e a Samantha. Estavam presentes ainda Roberto e sua namorada, Roberto Carlos (não, nao é o rei), a esposa de Roberto Carlos e a filha dos dois, Euvécio (professor de PDCA), Judite, a esposa de Ricardo, Plinio. Acho que é só, se tiver esquecido de alguem me perdoe, o HD tá lotado de trabalho pra fazer...
Bjus.
posted by Mamãe 8:37 AM
home
|
 |